domingo, julho 02, 2017

Olha para a Hora Tchutchuá meu amor, veja como ela está linda....


Comida típica, fogueira, quadrilha e fogos de artifício são alguns dos elementos tradicionais das festas juninas que podem ser encontrados em diversas partes do país. Seja em um grande evento na cidade, uma quermesse no salão da igreja ou um arraiá da família, eles estão comumente presentes nos festejos do mês de junho, que tem raiz histórica nos rituais de celebração das colheitas. A festa milenar, no entanto, foi se transformando ao longo dos anos, mas se manteve como uma manifestação cultural da relação do homem com o campo.

A Hora Tchutchuá desta semana falará um pouco destas manifestações culturais, ricas em música, arte, moda, história e tantos outros elementos.

Confiram!


quarta-feira, junho 28, 2017

1987: aonde o BRock Errou?

A Era do Rock é a celebração de um gênero hoje zumbi. Morto, mas não enterrado, um caminhante sem vida por turnês nada mais do que pura nostalgia.
Naquela segunda metade da década de 1980, contudo, era o ambiente no qual todo o jovem minimamente roqueiro queria viver. O rock era o espaço dos populares, hábitat das estrelas e suas estrelices.
O que aconteceu? 1987: aonde o BRock Errou?
Tema d'A Hora Tchutchuá, produzido e apresentado por Marcelo Arruda.

domingo, junho 11, 2017

“As pessoas que estão tentando piorar este mundo não tiram um dia de folga. Como é que eu vou tirar?”


Há 40 anos, Bob Marley lançava Exodus, seu disco mais político.
Numa sacada de gênio, ao dividir o álbum entre política e amor, Bob deixava claro que sua política era a do amor e que uma coisa era indistinguível da outra, mesmo separando-as cada uma em um dos lados do disco.
Uma visão que nasceu motivada por um atentado à sua vida, consolidada na capital do antigo império que havia colonizado a ilha em que havia nascido e envernizada com as cores do novíssimo movimento punk. Exodus é seu melhor e mais importante disco, e é o tema d'A Hora Tchutchuá de hoje.

"Exodus, movement of Jah people! "



domingo, maio 28, 2017

1967 é um ano importante na música. tão importante que quando a gente fala parece até Clichê.
Algumas destas músicas que fizeram este ano estão retatadas hoje na Hora Tchutchuá.

A Hora Tchutchuá, dentro das regras matemáticas da Teoria do Caos dentro da forma Tchutchuá de ser.
Apresentado por Marcelo Arruda, que estudou o Tchutchuá como "forma de condicionamento físico não-competitivo, além de ser uma forma de elevação coletiva de espírito." (Arruda, 2003)


sábado, abril 29, 2017

A Hora Tchutchuá, agora também na Utopia FM, dentro das regras matemáticas da Teoria do Caos dentro da forma Tchutchuá de ser. Apresentado por Marcelo Arruda, que estudou o Tchutchuá como "forma de condicionamento físico não-competitivo, além de ser uma forma de elevação coletiva de espírito." (Arruda, 2003) Todo Domingo, das 17 às 18h. Rádio Utopia FM, a rádio que ouve você.

domingo, abril 02, 2017

A Hora Tchutchua: BREGA (1)

Na Hora Tchutchuá desta semana, aquelas músicas para se escutar no fim da madrugada, antes do sol nascer, após todas as festas terem terminado, estando sentado na sarjeta e bebendo direto no gargalo de um vinho genérico de garrafa de plástico, enquanto se segura na mão uma certa foto e/ou um certo bilhete/carta rabiscado(a).

Curtam o programa, com muito #BregaNaTL

sábado, abril 01, 2017

A Hora tchutchuá: The Velvet Underground & Nico

Há exatos 50 anos, um dos álbuns mais importantes do rock foi lançado. The Velvet Underground & Nico, conhecido como o disco da banana, foi o primeiro da curtíssima carreira da banda. Apesar da baixa vendagem e de ser deixado de lado pela crítica, seu impacto foi gigantesco. Nas palavras de Brian Eno, “o disco vendeu cerca de 30 mil unidades e todo mundo que comprou uma dessas cópias, com certeza começou uma banda”.
A Hora Tchutchuá de hoje aborda este que é um dos discos essenciais do Rock.


sexta-feira, março 31, 2017

Programa Teste da Hora Tchutchuá


Um Programa que obedece a Teoria do Caos e que tem toda semana uma Direção, dentro da forma Tchutchuá de ser.
Apresentado por Marcelo Arruda, Que estudou o Tchutchuá como "forma de condicionamento físico não-competitivo, além de ser uma forma de elevação coletiva de espírito." (Arruda, 2003)

quarta-feira, fevereiro 10, 2016

Comunicado oficial sobre o assunto

Temos consciência que um comunicado, ao contrário do que o nome pode falar, é um texto que visa mais informar do que comunicar, ou seja, não esperamos obter uma resposta por parte do receptor das mensagens, enquanto que para haver comunicação têm que pelo menos existir um emissor e um receptor

Dito isso, comunicamos que sobre o assunto em questão não temos nada para falar.
Portanto, sugerimos qualquer outra pessoa, que não quem escreve estas linhas, sobre o assunto.

Obrigado.

quinta-feira, junho 04, 2015

DESENFERRUJANDO O JOÃO #8

Programa que apresento na Ralacoco, agora gravado para o deleite de quem lê o Transmitindo e Comunicando.

Aliás, alguém ainda lê este blog?
Alguém ainda lê blog?


terça-feira, dezembro 31, 2013

Obrigado, 2013!

Não era dezembro nem tinha nenhuma Berenice envolvida.
(Acho...)
Mas (a Gira) Girou.

Janeiro. Dois amigos, Milena Araguaia e Cristiano Torres, me foram os anjos da guarda para ajustar minha colocação no universo. Não o que gostaria de escutar, mas o que me fez ver novas formas de pensar, sentir e agir. O Cris já tinha convidado muitas vezes, mas eu nunca ia. Processo de procrastinação a que me programava quando chegava num ponto.

E fui. E os demônios e anjos começaram a ter várias conversas sérias comigo. Quase todo Sábado, após a rádio. E fui com eles. E elas.

Um processo aonde nós, caminhantes das estrelas, fizemos contatos com nosso sagrado. E coloco no plural pois todos somos estrelas numa constelação que fazemos parte em conjunto. E em contato nos orientamos com observações de forma pertinentes em nossas vidas, sem amarras. Indo aonde a gente realmente é e quer. Com erros e acertos, como qualquer humanidade, mas como exemplo de oportunidades para aprendizado.

Era para ser um texto de falar de 2013. Mas falar deste ano é falar de um ano que foi mestre. E falar de um Mestre, é sempre agradecimento. Gratidão sincera e eterna ao que tive, tenho e terei que aprender, as que doam suas vidas de guiar ao contentamento e alegria sincera.

E façamos um 2014 honrando quem somos, e que façamos algo melhor.
De nós.

segunda-feira, dezembro 23, 2013

Então é Natal...

Concordo que entrevistar Papai Noel, mesmo no Roda-Viva como está atualmente, é demais. Mas existe um contexto que faz com quesso aconteça...

É parte do problema do Jornalismo no seu contexto: aceitar um tipo de construção que desvie de sua função, por interesses além da informação. Interesses, literalmente, comprados e consumidos por parte consideravel da população... O fato de não comprarmos algo não impede que exista este algo. Devemos aceitar ativamente que existe, para fazer algo a partir daí. Mesmo por que, o mesmo contexto que faz tocar "Então É NATAL" no Natal, por exemplo. E num outro lado, tocarmos "Papai NOEL, Velho Batuta."
Pois você não acham que o Mercado também não está de olho naqueles que Xingam muito na internet no natal, acham?

Dito Isso...


sexta-feira, dezembro 20, 2013

O Rei do Brega acaba de deixar o Prédio...

Você deve ver e sentir a dor que deveras sente, a dor que Dói.
Sem Mexer na ferida.
Deixar doer.
Mas desapegar dela quando cicatrizar.

Pois coração partido é vida. É rodagem. Crescimento.
Uma das funções deste blog é fazer de algo tão sagrado como nossa Dor de Corno, das minhas dores de corno, texto. Catalizando-as e fazendo algo de bom delas. 

E este mal cuidado blog nunca tinha publicado algo de Reginaldo Rossi. Nunca achei a justificativa para colocar um texto sobre ele, alguma desculpa esfarrapada. Justo aquele que foi trilha sonora de muita coisa, boa e ruim, que aconteceu, e que ainda vai acontecer...
Escrevo agora...

Valeu Rei. E desculpa nossa falha...



quarta-feira, julho 31, 2013

Do que eu (não) entendi de Junho de 2013

Da parada de ônibus até em casa passo por muitas igrejas, independente do percurso que faça. Pois é uma consequência natural de morar numa cidade que tem muitas igrejas, tipo Sobradinho.

Todas cheias, todas discutindo. Todas as pessoass se reunindo.

Não deveria ser nenhuma surpresa. Mas num momento como este é bom lembrar o óbvio que passa na nossa frente e não levamos tão a sério assim nas nossas análises...

Na periferia as pessoas se reúnem. Se engajam. Conosco ou sem nosco...

Nas Igrejas.

-----------------------------------------

Na periferia do DF, a direita nunca se desorganizou. É só pensar nos massacres diários e sequestros de narrativas de sempre...

E para quem perdemos espaços, não só políticos, mas muitas vezes físicos. De aglutinação da Classe trabalhadora. Frutos até de uma cegueira da esquerda atuante no centro, mas renegadora do Povo.

E que ainda não aprendemos a lição dos efeitos práticos de nossos dissensos como atrasos na luta. Pois repetimos o que não deu certo antes.

----------------------------------------------------

"O antirracismo já é palavreado fácil, mas segue sendo uma prática difícil. Eis o lugar onde estamos. Para onde vamos? Isso depende do caminho que todas e todos estiverem realmente dispostas e empenhados a trilhar."Ana Flávia Magalhães Pinto

A pauta que sempre é deixada a margem de todos os processos político é justamente a que atinge a maioria da População. Se duvida, presta atenção como a discussão racial é colocada na Hora do "Vamos Priorizar as Pautas do Movimento".

Aliás, o texto linkado acima mostra muitos dos pontos cegos nossos, dos que pretensamente estavamos acordados. Pontos cegos que estão cobrando seu preço agora neste momento aonde não sabemos o que fazer.

(E não, não sabemos. Se você sabe está ou muito mal informado ou muito mal intencionado...)

-----------------------------------------------------

quinta-feira, abril 04, 2013

Minha terra tem Tony Tornado #desarquivandoBR

Desde sempre a produção cultural Negra na MPB foi objeto de diferentes mecanismos de cooptação e neutralização em sua cadeia produtiva. Aonde o local de fala do Negro era como Objeto ou Sujeito passivizado. Quando não era simplesmente calado. O conceito de Nação do regime político implantado em 1964 se aproveitou muito disso em sua propaganda política ao enfatizar o mito de democracia racial.

Neste contexto, incomodava alguém com cabelo Black Power. Incomodava alguém que dançava e cantava com orgulho de ser Black, usando o seu corpo como uma arma contra a repressão corporal. Incomodava alguém com posições claras pelo fim do racismo. Incomodava alguém que levantava os punhos cerrados no ar, como os Panteras Negras. Incomodava alguém que perguntava "Você teria por ele o mesmo amor/ Se Jesus fosse um Homem de Cor?". Incomodava ele incitar, pelo exemplo, a formação de organizações políticas no Brasil. Incomodava a Afirmação da Identidade Étnica que ele representava. Sozinho ou coletivamente, com sua influência.

O incomodo teve seu preço para Antônio Viana Gomes: nove passagens pelo Departamento de Ordem Política e Social (Dops), discos apreendidos e Exílio. Suas músicas pararam de tocar nas rádio. E setores da imprensa começaram a assassinar sua reputação como cantor, Sem falar nos setores da Esquerda que já faziam Patrulha Ideológica que não entenderam (e até hoje não entendem plenamente) que há outras formas de se fazer política, e principalmente que a Pauta racial é uma pauta a ser levada a sério no Brasil.

Entender o contexto de existência de um Tony Tornado. Entender suas influências estéticas, sociais e políticas do seu tempo. Entender suas contribuição para o que entendemos de Música Negra Brasileira. Que não era só ele mas uma coletividade.  E entender por que e como essa contribuição foi limitada. Tudo isso mais outros fatos coligados é entender que havia uma Indústria Cultural que era influenciada por uma Estratégia de Estado que visava fortalecer um Projeto de Nação. Projeto de Nação que tinha um conceito de Cultura Brasileira que não admitia desvios.

 Projeto que não poderia ser denegrido.

 Post participante da VII Blogagem Coletiva #desarquivandoBR.

segunda-feira, janeiro 07, 2013

Lista de Metas #2012 - Conferindo

Janeiro de 2012. Metas. Um ano para escrever este texto. Ficou um Chinese Democracy...

Alguns objetivos alcancei. Outros, lixeira. Com a Limpeza Urbana que temos.
Fiz. De limitações conhecidas e desconhecidas, que coloquei em mim ou nos outros e outras. Problemas que "tive". Apegos e desapegos.
Sempre em construção. Caminhando e tropeçando e seguindo a canção. E me preparando para este exercício de ser, me preparando como um atleta.
Apesar dos "expertos ao contrário" que jogam contra a gente. Mas não vi aqui para competir. Vim para aprender. Ser melhor do que fui ontem. Pior do que serei amanhã. Aprendendo.

Não ganhei todos os jogos.
Mas valeu a torcida.



domingo, novembro 25, 2012

Ju, 35

Ju, tava pensando em você nestes dias. Falta de você pra aquela troca de idéias nos ônibus. Ou mostrar o que tenho ouvido de novo, para ver o que você achava...
Saudade daqueles papos sobre ser mais do que somos, de deixar nossos medos e cair de cabeça na vida. Lógico, se o rio não tiver raso e a gente souber nadar, pelo menos boiar, depois de mergulhar. Mergulhei algumas vezes. Não todas, mas agora me controlo para mergulhar mais e mais.
Sermos menos Charlie Brown e Garotinha Ruiva. Menos personagens, e mais pessoas.
Sabemos a diferença? Tiramos a máscara que usamos para autoproteção ou as colamos com SuperBonder? E o que resta da gente embaixo?
Resta a gente. E somos muito gente. E ser muito gente, juntos, de cabeça erguida, faz parte da nossa dieta diária de felicidade.
Nos alimentemos de Felicidade, pois.
E Feliz Aniversário.


PS2.: O pessoal da Utopia te mandou um beijo. ;-)

quarta-feira, novembro 21, 2012

Saindo.

Os dias seguintes são mais difíceis.
Dor ainda presente.
Mas ela é do Jogo.
Desistir, parar, é perder para si mesmo por WO.
Por isso devemos continuar.
Nem que chova ganância.
Preconceito.
Intolerância.
Cegueiras.
Mesmo que os passos sangrem.
Os pés pesem.
A alma rasgue. Em pedaços.
Que nossos demônios sussurrem para que nos acomodemos.
Aí ouviremos o Divino dentro de nós insistindo para insistir.
Que vai passar.
E nós passarinho.
De cabeça erguida, contrariando o peso da gravidade.
Olhando para mais longe.
No olho da vida.

Lutando.
Saindo.


quarta-feira, agosto 01, 2012

Qual é a sua Loucura?

Muitos de nós queremos fazer alguma coisa que nos motive a ir mais adiante. Que desafie nossa rotina, nossos padrões de comportamento, nosso dia-a-dia.
Mas ficamos na vontade.
Medo dos olhares externos à nós, do que a sociedade vai achar da gente, do que quem é próximo vai achar.
Ou preguiça de mudar.

Então, proponho um desafio a você. Faça algo louco.

Sim, você leu certo: FAÇA ALGO LOUCO. Realize Suas Fantasias e Loucuras, ou pelo menos UMA. Aquela que você guarda como vontade profunda, mas nunca realizou.

Uma só.
De leve.

Sei que parece bem amplo, mas é ampla a vontade coletiva de ser insano, de toda forma.  Pelo menos aqui você pode usar como desculpa que eu te desafiei. Desculpa esfarrapada, talvez. Mas quem nunca ficou preso em alguma desculpa esfarrapada alguma vez na vida?

Sem desculpas. Enlouqueça.

E me fale do resultado, ok. ;-)

quarta-feira, junho 06, 2012

Entrevista com Seu Teodoro na Ralacoco, Setembro de 2008

Sabe aquela coisa bem óbvia, que tá na sua frente e você demora a perceber?
Então. Havia a Rádio Ralacoco. Rádio Livre na UnB. E sempre que eu abria a Rádio encontrava o Seu Teodoro na UnB. Ele desenvolvia trabalho de Cultura Popular em Sobradinho, no Centro de Tradições Populares de Brasília, onde apresentava  danças e cantigas do bumba-meu-boi e do tambor de crioula, oriundos do Maranhão, sua terra natal.
E ele todo dia ia na UnB, Visitava aonde ele trabalhou até se aposentar.
Pois é. Só em em Setembro de 2008 me ocorreu de convida-lo para ser entrevistado  para falar de seu trabalho.
Uma das entrevistas que que fiquei mais nervoso para fazer. O registro bruto da prosa está aqui, com minha gagueira e outros problemas técnicos também.
Seu Teodoro Encantou-se em Fevereiro Janeiro deste ano.
Os corredores da UnB sentem saudade do cabra.

A entrevista pode ser ouvida aqui.