Ouvi dizer que uma das normas não implicitas da censura e das televisões da época era não filmar ela de frente.
Pois é, gente, naquela época era dificil encarar, olhos-nos-olhos, uma mulher que queria ser livre.
Até hoje, falando sinceramente. Afinal, há o limite da liberação da mulher, quando ela não se encaixa nos nosso anseios de dominadores.
O ser humano, em geral, quer ser livre para viver sua própria vida, mas sempre tem um outro para ditar regras. É o ônus de se viver em comunidade. O pior é quando a comunidade quer ver você de um jeito, e você quer viver de outro. A não ser que você saiba conviver com os senões, entrar na roda, e ver o que rola.
E aproveitar no final, dentro das possibilidades.
PS.: Falando nisso, parece que Amy Winehouse disse sim a Rehab(ilitação). Espero que ela desminta meu texto...
Um espaço de divulgação das Idéias (com I maiúsculo) sobre Música que alimentam o Tchutchuá como modo de vida (ou uma desculpa esfarrapada pra fazer uma colagem de Vídeos interessantes)
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terça-feira, janeiro 29, 2008
Como se fosse brincadeira de roda...
Caminhos para cá:
Amy Winehouse,
Elis Regina
domingo, janeiro 06, 2008
Para além da bagaceira...
Amy Winehouse. Você já deve ter ouvido falar. Muito provavelmente, por notícias de Jornais. Assim como eu.
Quer saber? Gostei. Várias coisas me vieram na cabeça quando ouvi-a cantando "Eles tentaram me mandar para a reabilitação, mas eu disse, não, não, não..." algo sobre ser mais um capitulo de uma longa história da relação de martírio do Ídolo em praça pública, para deleite da Indústria Cultural. Imprensa, Fãs, Artistas, gravadoras fazem parte deste esquema, uma boa prosa que pode ser feita em outra hora sobre como a música pode ser deixada em segundo plano. E os fãs vêem este espetáculo de camarote, projetando comportamentos que não conseguem ter no seu cotidiano, se realizando na imagem destes Ícaros (Pós?) modernos...
Sintomático: poderia falar como a música é boa. Mas olha só o que acabei escrevendo...
Quer saber? Gostei. Várias coisas me vieram na cabeça quando ouvi-a cantando "Eles tentaram me mandar para a reabilitação, mas eu disse, não, não, não..." algo sobre ser mais um capitulo de uma longa história da relação de martírio do Ídolo em praça pública, para deleite da Indústria Cultural. Imprensa, Fãs, Artistas, gravadoras fazem parte deste esquema, uma boa prosa que pode ser feita em outra hora sobre como a música pode ser deixada em segundo plano. E os fãs vêem este espetáculo de camarote, projetando comportamentos que não conseguem ter no seu cotidiano, se realizando na imagem destes Ícaros (Pós?) modernos...
Sintomático: poderia falar como a música é boa. Mas olha só o que acabei escrevendo...
Caminhos para cá:
Amy Winehouse,
Billie Holiday,
Janis Joplin,
Kurt Cobain,
Rehab
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